São Paulo deflagra grande operação integrada contra agressores de mulheres
As primeiras execuções de mandados tiveram início já na segunda-feira (29), resultando na prisão de 225 agressores. “É a resposta para os agressores que imaginavam que poderiam ficar na impunidade”, afirmou a delegada Cristiane Braga, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs).
O Governo de São Paulo iniciou uma abrangente operação integrada nesta terça-feira (30) para cumprir mandados de prisão expedidos pela Justiça contra indivíduos acusados de violência doméstica e agressão a mulheres em todo o estado. Denominada “Ano Novo, Vida Nova”, a ação mobiliza um contingente impressionante de cerca de 1,7 mil policiais e 1 mil viaturas, demonstrando o compromisso das autoridades com o combate a esse grave problema social. A coordenação da iniciativa está a cargo da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, através da Polícia Civil, com o apoio fundamental da Secretaria de Políticas para a Mulher. As primeiras execuções de mandados tiveram início já na segunda-feira (29), resultando na prisão de 225 agressores. “É a resposta para os agressores que imaginavam que poderiam ficar na impunidade”, afirmou a delegada Cristiane Braga, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs).O Governo de São Paulo iniciou uma abrangente operação integrada nesta terça-feira (30) para cumprir mandados de prisão expedidos pela Justiça contra indivíduos acusados de violência doméstica e agressão a mulheres em todo o estado. Denominada “Ano Novo, Vida Nova”, a ação mobiliza um contingente impressionante de cerca de 1,7 mil policiais e 1 mil viaturas, demonstrando o compromisso das autoridades com o combate a esse grave problema social. A coordenação da iniciativa está a cargo da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, através da Polícia Civil, com o apoio fundamental da Secretaria de Políticas para a Mulher. As primeiras execuções de mandados tiveram início já na segunda-feira (29), resultando na prisão de 225 agressores. “É a resposta para os agressores que imaginavam que poderiam ficar na impunidade”, afirmou a delegada Cristiane Braga, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs).
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